domingo, 30 de junho de 2013

Vichyssoise - sopa de batata e alho-poró


Com esse tempo mais friozinho, adoro tomar sopa. Principalmente à noite. Mas sopa fria também é tudo de bom no verão! Esta receita tanto pode ser servida gelada, quanto quente – das duas maneiras fica deliciosa. Aqui em casa, quando recebo amigos para jantar, gosto de servir num copinho, temperada com azeite, cebolinha picada e pimenta-do-reino, como aperitivo. Sempre faz o maior sucesso! Outra ideia boa, é deixar a sopinha para o fim da noite, quando todos já beberam uns drinks a mais...
De todo jeito, a vichyssoise é deliciosa!

Vamos à lista:
3 alhos-poró médios (aparados, sem as folhas e bem lavados) cortados em rodelas.
1 cebola média picada
4 batatas médias, descascadas e cortadas em pedaços não muito grandes
4 xícaras de caldo de carne ou galinha
1 a 2 xícaras de creme de leite fresco
cebolinha picada
manteiga
azeite
sal e pimenta-do-reino.
Parmesão ralado na hora

Numa panela, refogue a cebola e o alho-poró na manteiga. Acrescente a batata, misture bem com o refogado e deixe uns 3 minutos a panela tampada com fogo baixo para a batata pegar sabor. Depois, ponha o caldo de galinha ou carne e deixe ferver até a batata cozinhar. Depois que esfriar um pouco, bata tudo no liquidificador e em seguida passe numa peneira grossa para tirar algum fiapo do alho poró que possa ter ficado. Corrija o sal e pronto! Se for servir fria, guarde na geladeira e só acrescente o creme de leite na hora de servir. Se preferir a vichyssoise quentinha, esquente em fogo baixo, acrescente o creme de leite e deixe aquecer bem.



Para ficar ainda mais gostosa, ponha um fio de azeite, pimenta-do-reino, cebolinha picada e o parmesão por cima.....
É de comer rezando!!!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Risotto de linguiça cotechino

Quando li esta receita pela primeira vez (ela está em um dos livros do Jamie Oliver, que adoro), fiquei curiosa em relação ao ingrediente principal: a linguiça cotechino. É um embutido italiano de carne de porco que vem embalada a vácuo e precisa ser pré-cozida (com embalagem e tudo). Nesta receita, ela é retirada do pacote e assada (sem cozimento). Mas, calma. A gente chega lá.

Adoro embutidos e nesta época do ano, com as temperaturas caindo, um risotto mais "rico", acompanhado de um bom tinto, vai muito bem!

Sempre ouvi dizer que o segredo de um bom risotto é não parar de mexer. Mas como aprendiz de cozinheira, acabei descobrindo que este não é o único. Ingredientes de qualidade (um bom parmesão italiano vale cada centavo!), um refogado bem feito, e CALMA fazem toda a diferença!

Vamos ao que interessa:
















400g de arroz arbóreo
1 cotechino de 500g (é o peso padrão. se você não achar, pode usar uma boa linguiça tipo italiana, mas aí acrescente na receita um pouco antes: logo depois do refogado).
4 cebolas (3 inteiras para assar e 1 picadinha para o refogado)
1/2 aipo limpo daqueles fiapos e bem picado
2 alhos bem picadinhos
2 taças de vinho branco seco
70g de manteiga (e mais um pouco para finalizar a receita)
1,2l de caldo de galinha ou de legumes
120g queijo parmesão ralado na hora (para usar na receita, você vai precisar mais um pouco para por no prato depois que servir)
1 punhado de tomilho fresco
2 colheres de sopa azeite
sal e pimenta-do-reino


Pré-aqueça o forno a 180 graus.
Abra a embalagem do cotechino e retire toda a gordura que está em torno dele.





Coloque numa assadeira junto com 3 cebolas com casca e tudo. Deixe assar em fogo baixo por pelo menos 1 hora. As cebolas podem precisar um pouco mais de tempo para ficarem mais douradas por dentro. Depois que o cotechino estiver pronto, retire-o do forno e desmanche a parte de dentro com um garfo. Jogue fora a pele e reserve a carne moída.



Esquente o caldo e numa panela separada aqueça o azeite e a manteiga. Acrescente a cebola, o alho e o aipo e cozinhe bem, em fogo baixo, por cerca de 15 minutos com a panela tampada, só mexendo de vez em quando. Não se apresse. Os legumes devem ficar bem macios!



Adicione o arroz, aumente o fogo, e deixe fritar por um minuto. Aí coloque o vinho branco e deixe evaporar, sem parar de mexer.



Assim que o vinho evaporar vá acrescentando uma concha de caldo de cada vez, deixando sempre secar antes de colocar a próxima e mexendo o tempo todo. Nessa hora, experimente e corrija um pouco do sal (lembre-se de que a linguiça e o parmesão são bem salgados e ainda vão entrar na receita!)

A essa altura as cebolas já devem estar boas, retire-as do forno, descasque-as. Uma delas, você deve picar em pedaços não muito pequenos (mais um menos 1,5 cm) e as outras duas corte em 4 apenas.


Quando o risotto estiver al dente, acrescente a cebola picada e o cotechino. Reserve as outras duas cebolas

                                      




Mantenha no fogo, acrescentando o caldo até que o arroz esteja perfeitamente cozido. No final, ponta a pimenta-do-reino, o tomilho, os pedaços das outras duas cebolas, um naco de manteiga e o parmesão. 





Misture bem, tampe a panela e deixe descansar por 2 minutos antes de servir. É uma das minhas receitas preferidas!! 



terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Sardinha com cebolinha verde e limão siciliano



Gosto de sempre ter na dispensa uma lata de sardinha portuguesa de boa qualidade. É o tipo do ingrediente que te salva num momento de aperto: visitas inesperadas, fome repentina na madrugada ou simplesmente um apetite para algum petisco que vá bem com uma cervejinha. 


A primeira coisa é tirar as escamas. Sem elas, o sabor da sardinha fica mais delicado e boa parte do sal (muitas vezes excessivo) vai embora. Abra a sardinha ao meio e tire as espinhas também.


Depois, é só dar asas à criatividade, se possível aproveitando o que você tem na geladeira.
Esta eu preparei com bastante azeite extra virgem, pimenta-do-reino, cebolinha verde, pimenta biquinho (que não arde nada! é como uma pimenta de cheiro) e limão siciliano. Usei o suco do limão e raspinhas da casca para acentuar o sabor dele, que é fantástico! Essas raspinhas eu faço com um raspador especial, mas você pode conseguir o mesmo efeito com um ralador comum.
Ah, e NADA de sal! Você vai ver que realmente não precisa!






Minha sugestão?? Pão francês quentinho e cerveja estupidamente gelada!! Simples, barato e deliciosooo!! 



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Bolinhas de carne perfeitas com uma cerveja gelada!


Esta receita eu aprendi no livro de uma chef americana muito bacana chamada Anne Burrell, presente de uma amiga muito querida.
Mas alterei um pouquinho as quantidades para o meu gosto. Espero que seja o de vocês também.


São bolinhas de três tipos diferentes de carne: vitela, lombo de porco, e a carne que você costuma comprar moída (pode ser chã ou patinho).
O resultado dessa mistura é que os bolinhos tem um sabor delicado e surpreendente!
A receita é bem fácil. O trabalho maior é enrolar as bolinhas.

Eu prefiro fazê-las pequenas para comer como aperitivo. Mas se você fizer bolinhas um pouco maiores, pode servir com um molho de tomate mais picante como prato principal.

Ao que interessa:

200g de carne moída (chã ou patinho)
200g de vitela moída
200g de lombo de porco moído
3 colheres de sopa de alecrim picado
3 ovos
¾ de xícara de queijo parmesão ralado na hora
½ xícara de farinha de rosca
2 cebolas picadas
3 dentes de alho picados
2 xícaras de caldo de galinha
azeite
sal e pimenta-do-reino

Ponha azeite numa panela grande, deixe aquecer e refogue a cebola. Tempere com sal e pimenta-do-reino e deixe cozinhar em fogo baixo com a panela tampada durante 8 a 10 minutos.
Acrescente o alho e deixe cozinhar por mais 2 ou 3 minutos. Retire do fogo e deixe esfriar.

Misture as três carnes, o alecrim, o parmesão, a farinha de rosca, e os ovos. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Junte a cebola e o alho refogados já frios. Se a massa estiver muito pegajosa, você pode acrescentar 1 ou 2 colheres de sopa de água.




Antes de enrolar a massa, faça uma bolinha e doure na frigideira com um pouco de azeite. Prove! Se estiver com o tempero correto, vá em frente, senão, a hora de corrigir é agora!

Enrole todas as bolinhas.
Esquente o caldo de galinha.


Ponha um pouco de óleo na frigideira e vá dourando as bolinhas aos poucos (não lote a frigideira para que elas não grudem umas nas outras).


Quando elas estiverem douradas dos dois lados, despeje um pouquinho do caldo de galinha. O suficiente para que o vapor ajude no cozimento. Assim, elas não precisam ficar dourando muito tempo para cozinhar por dentro e não ressecam.


Um conselho: não doure as bolinhas com antecedência. Por mais que dê trabalho, deixe para fazer na hora de servir! Elas ficam muito mais gostosas.
Sirva com mostarda, molho de tomate picante, molho de pimenta... o que você preferir. Uma cerveja beeeem gelada é a companhia perfeita!




Bolo de chocolate melhor do mundo!


Esta receita, devo dizer, é um sucesso total!
Primeiro pq é facílima. Segundo, porque é deliciosa.




Como o modo de fazer é muito simples, é um programão para compartilhar com as crianças, que vão amar participar do preparo e depois devorar o bolo feito por elas.
A minha principal dica é: USE FORMA PLANA.
Domingo passado fui fazer este bolo para sobremesa de um almoço de família. Comprei uma forma daquelas com furo no meio, toda em gomos, linda!
Bati a massa, pus no forno pouco antes dos convidados chegarem e de repente... aquele cheiro de queimado em casa!
Abri o forno em pânico: o bolo tinha entrado em erupção!
Um desastre. A massa ferveu e cesceu mesmo tempo fazendo tudo transbordar. Era bolo para todo lado! O forno virou uma rocha vulcânica de chocolate queimado.  (não tirei foto porque no desespero nem lembrei!)
Mal tinha me recuperado do susto, quando a campainha tocou. Os convidados estavam chegando e eu ainda nem tinha chamado a Defesa Civil para salvar meu forno!
A boa notícia é  que não desisti!!
Com a ajuda da bravíssima Lili, limpamos tudo e recomecei do zero. Na forma plana, claro. Assim a massa assa mais rápido e não resolve pular para todo lado dentro do seu forno.

Vamos aos ingredientes:

2 copos de requeijão de farinha de trigo
2 copos de requeijão de açúcar
2 copos de requeijão de Nescau
2 copos de requeijão de leite fervido ainda morno
½ copo de requeijão de óleo de cozinha
2 ovos
1 colher de sopa de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de sal

Preparo:

Bata tudo no liquidificador. Só isso! J
Mas uma dica: Eu bato primeiro os ovos, o óleo e o leite.
Misturo todo o resto numa tijela e vou colocando aos poucos no liquidificador e batendo. Assim fica mais fácil conseguir uma mistura homogênea – senão, fica muito pesado e o liquidificador não consegue bater direito.
Peque a sua forma PLANA, unte com manteiga e derrame a massa. Ela é bem líquida, não se assuste!
Leve ao forno baixo, pré-aquecido, por 30 minutos.

Você pode decorar o bolo com açúcar de confeiteiro e servir com morangos e creme de leite fresco, ou sorvete de creme, ou chantilly... Ou simplesmente puro. É sensacional!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Polenta frita com alecrim

Sou de uma família de gulosos. Somos todos leigos em culinária, mas gostar de comer bem também é uma arte! Bem, a ousadia de me arriscar no fogão, herdei do meu pai. Cresci vendo ele preparar molhos para massas, pastinhas, ovos mexidos sensacionais, sem o menor medo de errar, apesar de alguns acidentes e muitas camisas manchadas de gordura.

Foi com ele que aprendi a gostar de delicatessens quando esse nome ainda nem existia no nosso vocabulário. Era a "loja de frios" Dibraco que fornecia alguns dos ingredientes e iguarias que iam fazer a alegria do nosso fim-de-semana: grossas fatias de queijo embrulhadas em papel prateado, salame leonês (ou leona, como chamo até hoje), salsichas Santo Amaro a granel... 

Bem, na sexta-feira passada meu pai disparou o convite, que trazia outro de brinde: "Vou fazer uma rabada no domingo. Você faz a polenta?"

Quer programa melhor do que esse??

Foi num dos meus livros preferidos que descobri esta receita de polenta que tenho feito com certa facilidade e sucesso. Portanto, vai a dica: Jamie Oliver, A Itália de Jamie.






1,7 litros de água
250g farinha de polenta (e mais um pouco para polvilhar)
1 fatia de 1cm de manteiga
1 bom punhado de queijo parmesão ralado na hora
sal e pimenta do reino para ralar na hora também
1 molho de alecrim.

Primeiro devo dizer que nunca me dei bem com polenta instantânea. Principalmente nesta receita de polenta frita. Ela cozinha bem rápido, é verdade, mas tenho a impressão de que ela continua absorvendo líquido depois de cozida - o óleo, inclusive. Todas as vezes em que fiz com farinha instantânea, os cubinhos de polenta ficaram pesados e gordurosos. Não sei se a culpa foi da cozinheira ou do ingrediente. Na dúvida, na minha cozinha ela não entra mais.

Antes de começar, prepare uma superfície de trabalho para despejar a polenta. Pode ser uma mesa, uma bancada, ou até uma tábua grande.
Limpe bem, derrame algumas gotas de óleo de cozinha e espalhe com um papel toalha para tirar o excesso. Depois disso, mãos à obra.

Ponha a água para esquentar com sal.
Não é preciso esperar a fervura para despejar a farinha, mas vá colocando devagar e mexendo sempre para não embolar.
Quando começar a ferver, abaixe o fogo. As bolhas de polenta costumam pular da panela e queimam pra valer. Deixe a panela semi-tampada e mexa com vigor a cada 3 minutos.
Este processo todo leva de 20 a 30 minutos. O importante é não deixar a polenta grudar no fundo da panela.



Quando estiver no ponto de um purê denso, desligue o fogo, corrija o sal, acrescente a pimenta, a manteiga, o parmesão ralado e misture bem.













Despeje com cuidado a polenta sobre a superfície que você preparou.
Deixe formar uma camada de aproximadamente 2,5cm, espalhando com uma espátula e espere esfriar (o que leva mais uns 20 minutos).









Corte a polenta em cubos, polvilhe a farinha de polenta que sobrou. Vire os cubinhos e faça o mesmo do outro lado.




Ponha óleo numa frigideira larga para esquentar bastante.
Vá fritando os cubos de polenta sem que eles encostem uns nos outros para não grudarem.

Quando estiverem no ponto, ponha um galhinho de alecrim na frigideira e deixe fritar por mais 30 segundos.



Retire os cubinhos e o alecrim, ponha para escorrer em papel absorvente, tempere com sal (se tiver flor-de-sal, melhor ainda), desfolhe o alecrim sobre a polenta e, se quiser, polvilhe um pouquinho de parmesão.

A foto dela pronta fico devendo, mas coloco a do livro do Jamie Oliver para vocês terem uma ideia.

A fome - e a gula, devo confessar - eram grandes demais para lembrar de tirar a foto. 

Em tempo, a rabada estava um escândalo!








terça-feira, 9 de outubro de 2012

Rosbife com batatas ao forno


Andei sem tempo de ir para a cozinha e já estava sentindo falta.
Foi o pedido de um amigo que me fez correr de volta para as panelas.
"Ana Luiza, posta uma receita de rosbife no blog! Eu não sei fazer...".
Bem... nem eu sabia.
E o pior, é que o convidado desse domingo era um chef de cozinha acompanhado da mulher que também entende tudo do assunto.
Mas adorei o desafio e lá fui eu pesquisar.
Fui ouvir os conselhos da minha guru Maria (uma espécie de Larrouse Gastronomique viva!) que sempre me tira as dúvidas.
Então, vamos à receita:

uma peça de filé mignon (usei uma peça de 1,2kg)
1/2 cebola picada
3 dentes de alho amassados
1 taça de vinho tinto (ou branco!)
sal e pimenta-do-reino
1 colher de sopa de manteiga 
1 colher de sopa de azeite
2 colheres de sopa de óleo

Primeiro, tempere a carne com o sal e a pimenta.
Depois esfreque-a com o alho e a cebola, para o sabor entrar bem.
Regue com o vinho e deixe numa tigela coberta com papel filme de um dia para o outro na geladeira.
No dia seguinte, tire a carne do tempero, raspando o excesso com uma faca e amarre-a bem, para que não se desmanche na panela.





Depois disso pode deixá-la no tempero novamente até a hora do preparo (30 minutos antes de servir).
Quando chegar a hora, escorra e retire todo o tempero novamente, e unte a carne toda com a manteiga e o azeite.
Numa panela grande e bem grossa, de preferência, ponha as duas colheres de óleo e deixe esquentar bem.
Coloque a carne e deixe dourar de todos os lados, girando de vez em quando.
Quanto estiver bem dourada, dê um corte com a faca e veja se está no ponto. Lembre-se que rosbife tem que ficar bem vermelhinho por dentro!
Aí então, retire a carne da panela, ponha um pedaço de manteiga na panela (se quiser), o tempero que foi usado na carne, e um pouco dágua para fazer um molho.
Muita gente gosta de por uma colher de chá de farinha de trigo para engrossar o caldo, eu não pus e ficou ótimo!
Corte e retire o barbante da carne, fatie, regue com o molho e sirva!!

Para acompanhar, batatas no forno: 


8 batatas descascadas e fatiadas bem fininhas (você pode usar a lâmina larga do ralador, se quiser)
sal e pimenta-do-reino
manteiga para untar a forma
creme de leite fresco
leite (só se o creme de leite for grosso demais)
2 dentes de alho, descascados e cortados na metade
parmesão ralado na hora

Unte a forma com manteiga e vá arrumando as batatas em camadas e temperando cada uma (camada, é claro) com o sal e a pimenta.






Teste o seu creme de leite. Se ele for cremoso demais, misture com um poquinho de elite, até ele ficar líquido, mas não ralo...
Derrame o creme de leite sobre as batatas sem deixar que elas fiquem afogadas. A última camada deve aparecer. Ponha uma metade de dente de alho em cada canto do pirex.
Polvilhe parmesão e leve ao forno pré-aquecido. Em mais ou menos 15 minutos, ela deve estar boa. Só lembre de por o forno em temperatura média, senão as batatas vão ficar douradas em cima e cruas embaixo.

Você pode servir com uma salada. Esta da foto foi de rúcula, mache, abacate e vinagrete de tomate e cebola roxa... Mas esta fica para outro post!

Meu primeiro rosbife recebeu muitos elogios. Esse, eu não esqueço!